11 horas da manhã, como combinado, o André, um brasileiro que mora aqui ligou para o celular da Cris para combinarmos onde nos encontraríamos, pois ele me levaria na casa onde tinha uma vaga para morar. Duomo foi o local. Sai da casa das meninas com meu mochilao, uma mochila, uma mala de mão, uma bolsa e a pasta do computador, imaginem como eu tava. Detalhe, ao sair da casa delas deixei as duas malas grandes la, sendo uma das malas trancada com o cadeado que provavelmente deixei as chaves dentro. A malinha de mão que trouxe também estava trancada, mas consegui abri-la(observa-se que possuo um cadeado super seguro, rs). Esse é um problema para os próximos capítulos. Voltando... sai do prédio e resolvi aplicar.... meu terceiro calote, rs. De busão fui até um ponto, quando me toquei que tava perdida. Perguntei em espanholano pra uma mulher que parecia latina se o ponto do Duomo tava chegando e ela começou a falar em inglês comigo. Só que o inglês dela consegue se pior que o meu, bem pior. Pohha, se em italiano já não entendo direito, imagine em inglês. Daí consegui entender que era pra descer no próximo ponto com ela. Ao descer ela apontava para o lado e falava: “fsjlfnsdufhiudfh Duomo station”. Ótimo, entendi algo, vou entrar no metrô e desço no Duomo. Falei para ela: “Grazie”, e ela disse: “Parla Italiano?”, daí pensei, pqp será que ela ta me achando com cara de americana ou inglesa, porque to começando a pensar que ela ta me saindo uma bela portuguesa. Só faltava ela falar: “Fala português?”. Enfim, parti puta e bolada pra estação e consegui chegar no Duomo. Encontrei o André e seguimos para a casa. Fica localizada em Sesto San Giovanni, cerca de 35 minutos do centro de Milano. Saimos do metrô e fomos pegar um ônibus pois estávamos com muito peso. Quarto calote, rs. Na verdade esse foi o quinto, pois o bilhete que comprei no metrô não me dava direito a ir até a estação que fui, que era a última, mas vão contar com a boa vontade dos brasileiros, dá nisso. Se os fiscais te pegam sem o bilhete, é multa na certa, 50 euros. Enfim... chegamos! 11° andar, apt 44, essa é a minha nova residência que fica em uma rua que esqueci de perguntar para o povo daqui como se chama. Chego na casa e nela está um casal, Sidney e Eliana, e o neném deles, Matheus. Fui muito bem recebida. Super simpáticos, me convidaram pra almoçar e depois o Sidney me levou até o mercado para que eu pudesse comprar minhas coisinhas. Sexto calote. Chegando la fomos pegar o carrinho. Ah inferno, como se usa isso? Ele me explicou que vc coloca a moeda de um euro, e a corrente solta, depois, quando terminar de fazer as compras, você encaixa novamente o carrinho na corrente que ele cospe a moeda pra você. Caraca, como não pensei nisso antes? Fizemos as compras e na hora de pagar não conseguimos passar as minhas compras no cartão dele de desconto porque a véa do caixa viu que íamos fazer a mutreta. Tudo bem, terei outra oportunidade. Voltamos para casa, naquele bom e velho esquema, rs, e guardei as coisas. Tomei um bãinzim, comecei a escrever sobre minha chegada em Milão, conversei com a Elaine sobre a vida aqui, até mesmo para nos conhecermos melhor, fiz minha janta e estou aqui, lutando para entrar nessa internet que não para de cair, até porque to pegando de alguém da vizinhança, seria então o oitavo calote? Rs. Agora é 1 da manhã e francamente não estou com o menor sono, muito cansada, mas sem sono. No Brasil agora são 20h. O friozinho ta começando aqui mas ainda esta um clima bem agradável. De dia uma tentativa de calor e a noite uma tentativa de frio. Fico por aqui, espero voltar com mais novidades... Arrivederci!
Rossetto Rosso Girasole
Lívia,amei seu diário,está massa,bjs boa sorte,Juju está com saudades de vc,kkkkk ela mandou dizer
ResponderExcluirMuito legal e criativo,consigo deste jeito através das suas narrativas viajar junto.
ResponderExcluirFique com Deus!
Mãe saudosa.