sábado, 26 de setembro de 2009

Dia 26-09-2009

11 horas da manhã, como combinado, o André, um brasileiro que mora aqui ligou para o celular da Cris para combinarmos onde nos encontraríamos, pois ele me levaria na casa onde tinha uma vaga para morar. Duomo foi o local. Sai da casa das meninas com meu mochilao, uma mochila, uma mala de mão, uma bolsa e a pasta do computador, imaginem como eu tava. Detalhe, ao sair da casa delas deixei as duas malas grandes la, sendo uma das malas trancada com o cadeado que provavelmente deixei as chaves dentro. A malinha de mão que trouxe também estava trancada, mas consegui abri-la(observa-se que possuo um cadeado super seguro, rs). Esse é um problema para os próximos capítulos. Voltando... sai do prédio e resolvi aplicar.... meu terceiro calote, rs. De busão fui até um ponto, quando me toquei que tava perdida. Perguntei em espanholano pra uma mulher que parecia latina se o ponto do Duomo tava chegando e ela começou a falar em inglês comigo. Só que o inglês dela consegue se pior que o meu, bem pior. Pohha, se em italiano já não entendo direito, imagine em inglês. Daí consegui entender que era pra descer no próximo ponto com ela. Ao descer ela apontava para o lado e falava: “fsjlfnsdufhiudfh Duomo station”. Ótimo, entendi algo, vou entrar no metrô e desço no Duomo. Falei para ela: “Grazie”, e ela disse: “Parla Italiano?”, daí pensei, pqp será que ela ta me achando com cara de americana ou inglesa, porque to começando a pensar que ela ta me saindo uma bela portuguesa. Só faltava ela falar: “Fala português?”. Enfim, parti puta e bolada pra estação e consegui chegar no Duomo. Encontrei o André e seguimos para a casa. Fica localizada em Sesto San Giovanni, cerca de 35 minutos do centro de Milano. Saimos do metrô e fomos pegar um ônibus pois estávamos com muito peso. Quarto calote, rs. Na verdade esse foi o quinto, pois o bilhete que comprei no metrô não me dava direito a ir até a estação que fui, que era a última, mas vão contar com a boa vontade dos brasileiros, dá nisso. Se os fiscais te pegam sem o bilhete, é multa na certa, 50 euros. Enfim... chegamos! 11° andar, apt 44, essa é a minha nova residência que fica em uma rua que esqueci de perguntar para o povo daqui como se chama. Chego na casa e nela está um casal, Sidney e Eliana, e o neném deles, Matheus. Fui muito bem recebida. Super simpáticos, me convidaram pra almoçar e depois o Sidney me levou até o mercado para que eu pudesse comprar minhas coisinhas. Sexto calote. Chegando la fomos pegar o carrinho. Ah inferno, como se usa isso? Ele me explicou que vc coloca a moeda de um euro, e a corrente solta, depois, quando terminar de fazer as compras, você encaixa novamente o carrinho na corrente que ele cospe a moeda pra você. Caraca, como não pensei nisso antes? Fizemos as compras e na hora de pagar não conseguimos passar as minhas compras no cartão dele de desconto porque a véa do caixa viu que íamos fazer a mutreta. Tudo bem, terei outra oportunidade. Voltamos para casa, naquele bom e velho esquema, rs, e guardei as coisas. Tomei um bãinzim, comecei a escrever sobre minha chegada em Milão, conversei com a Elaine sobre a vida aqui, até mesmo para nos conhecermos melhor, fiz minha janta e estou aqui, lutando para entrar nessa internet que não para de cair, até porque to pegando de alguém da vizinhança, seria então o oitavo calote? Rs. Agora é 1 da manhã e francamente não estou com o menor sono, muito cansada, mas sem sono. No Brasil agora são 20h. O friozinho ta começando aqui mas ainda esta um clima bem agradável. De dia uma tentativa de calor e a noite uma tentativa de frio. Fico por aqui, espero voltar com mais novidades... Arrivederci!
Rossetto Rosso Girasole

2 comentários:

  1. Lívia,amei seu diário,está massa,bjs boa sorte,Juju está com saudades de vc,kkkkk ela mandou dizer

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  2. Muito legal e criativo,consigo deste jeito através das suas narrativas viajar junto.
    Fique com Deus!
    Mãe saudosa.

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